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Millenials puxam inovação no mercado de higiene feminina


A indústria de higiene mudou drasticamente nos últimos anos, principalmente a voltada à mulher, um mercado dinâmico, com demandas pedem inovações.

Um grupo que influenciou essa mudança de direção no mercado feminino é a geração millennial, que hoje corresponde a 31% da população global e está em seus primeiros anos como consumidora independente. Esse grupo não costuma comprar sem levar certos princípios éticos em consideração.

Duas tendências claras são: o aumento do apelo da saúde da pele e inovações no controle de odores. Outro nicho é o “ecofriendly”, que não se limita apenas a ingredientes orgânicos — opções como coletores menstruais e calcinhas reutilizáveis são parte do dia a dia destas millenials preocupadas com a saúde própria e do meio ambiente.

Não só as millenials, mas a geração seguinte, a Z, parece estar mais disposta a pesquisar novidades mais conscientes — segundo relatório da consultoria Nielsen (2018), 80% dos jovens da geração Z acreditam que as empresas devem ajudar o planeta; 68% dos jovens americanos fazem compras ecofriendly e 82% dos sul-asiáticos preferem produtos de marcas éticas. Esta geração que já representa 2 bilhões de pessoas vai se tornar em pouco tempo o maior público consumidor do planeta.

Essas tendências apresentam a oportunidade para fabricantes de absorventes desenvolverem inovações que atendam as necessidades dessas novas consumidoras e, claro, a H.B. Fuller, uma das maiores fabricantes de adesivos industriais do mundo, está de olho neste mercado.

Entre os fabricantes de absorventes, uma das grandes mudanças pedidas pelas consumidoras era a maior funcionalidade de absorventes internos, que podem se mover e causar desconfortos, como vazamentos. Para evitar isso, a H.B. Fuller desenvolveu o Full-Care 6215.

“Químicos experientes se reuniram na Ásia, um dos mercados mais competitivos do mundo para desenvolver um produto robusto o suficiente para se adequar ao grande leque de substratos usados no mercado feminino”, diz Fernando Raszl, Gerente Técnico da América Latina, que acrescenta que o produto se adapta bem e consegue manter a firmeza mesmo em tecidos mais difíceis para isso, como algodão, poliéster e microfibra.

Razl diz que no Brasil, alguns fabricantes já aderiram ao novo produto. A Adecol, que inaugurou neste ano seu novo Centro de Tecnologia, o maior da América Latina, com o objetivo de trabalhar em adaptações de fórmulas desenvolvidas nos outros centros da global H.B. Fuller, ajudou neste processo para adaptação do produto. “Além de trabalharmos em criações específicas para demandas de nossos clientes, adaptamos às necessidades locais nossas principais tecnologias de adesivos, ou seja, polimerização, adesivos aquosos, hotmelts, e adesivos reativos. Também simulamos produtos antes de chegarem ao mercado. Assim conseguimos estar atualizados com o que o mercado pede em todos os países em que estamos presentes”, conta Raszl.

(Fonte: Engaje! Comunicação Inteligente, 27 de novembro de 2019)