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8 tendências que vão impactar o varejo e a indústria


Em tempos de pandemia, o comércio eletrônico e o uso da tecnologia, durante o confinamento, tornaram-se ainda mais relevantes, não só para os consumidores como para as empresas destes segmentos. É o que mostra a pesquisa “As principais tendências que afetarão o setor de varejo e a indústria de CPG (bens de consumo embalados), nos próximos anos, na América do Sul”, produzida pela KPMG.

“Os casos de sucesso já revelam que, no futuro, não haverá varejo sem tecnologia. O setor todo estará muito mais digitalizado e amudança nos hábitos de consumo e seus impactos no fluxo de compras está mudando significativamente a definição de consumidor. Essa nova realidade exige que as empresas implementem definitivamente novas estratégias de negócios”, afirma Paulo Ferezin, Sócio-líder de Varejo e de Alimentos e Bebidas da KPMG no Brasil.

O levantamento também revela que diante de todo esse processo de transformação, e já considerando os efeitos relacionados à Covid-19, serão oito as tendências mais importantes para o setor de Consumo e Varejo na América do Sul, tanto para 2020 quanto para os próximos anos, e eles podem afetar inclusive os bens de consumo embalados (CPG). Estas tendências derivam também das conclusões do NRF Retail´s Big Show 2020, evento que aconteceu este ano, nos Estados Unidos, e de outras pesquisas da KPMG. São elas:

1- Pessoa no centro

2- A experiência e a lealdade do cliente

3- A confiança como motor do crescimento

4- Rumo a um modelo eficiente e ético no uso dos dados pessoais

5- As novas plataformas e modelos de negócios

6- Cooperação e colaboração

7- Cadeias de suprimentos inteligentes e responsivas

8 – A tecnologia como base para o desenvolvimento

A Covid-19 acabou impulsionando a adoção e a utilização de novas tecnologias, fazendo com que empresas concentrem seus recursos e esforços na utilização de análises preditivas para entenderem melhor hábitos e tendências, se anteciparem em ofertas e promoções, e otimizarem a cadeia de suprimentos com o objetivo de oferecerem experiências cada vez mais diferenciadas.

“Em linhas gerais, o consumidor foi empoderado, abandonou o seu papel passivo e se tornou o epicentro em torno do qual o setor evolui e as empresas definem as suas estratégias. Nesta realidade, há várias arestas que as empresas precisam aparar para terem sucesso. As soluções podem estar no fomento a novas experiências, na geração de lealdade e no posicionamento mais favorável na mente das pessoas”, explica Fernando Gambôa, Sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG na América do Sul.

Embora alguns países se esforcem para manter a fronteira do desenvolvimento e compartilhar algumas das conquistas do setor nos mercados mais desenvolvidos, a América do Sul também está, no geral, atrasada, conforme a KPMG.

Os níveis mais baixos de renda e o consumo per capita afetam o valor e a quantidade de produtos distribuídos, o que significa níveis mais baixos de investimentos. Contudo, as empresas da região estão gerando iniciativas para se manterem atualizadas, principalmente em função dos efeitos da pandemia.

(Fonte: Super Varejo, 22 de abril de 2020)