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A economia das embalagens cartonadas mudou. Veja por que a impressão digital é a melhor escolha


O mercado de embalagens cartonadas vive um dos períodos mais dinâmicos das últimas décadas. Para os convertedores, esse cenário representa novos desafios, mas também oportunidades de atender demandas cada vez mais diversificadas.
Nesse contexto, a impressão digital tem ganhado relevância. Sem a necessidade de chapas, com redução do desperdício durante o acerto da máquina e trocas de trabalho realizadas em minutos, a tecnologia oferece um modelo de produção mais alinhado às novas exigências das marcas.

Um exemplo dessa evolução é a SpeedSet Orca, da Agfa. Desenvolvida para a produção industrial de embalagens cartonadas, a solução demonstra como a impressão digital vem ampliando sua capacidade de atender aplicações que, até pouco tempo atrás, eram economicamente inviáveis.

A economia do setor já mudou
Os trabalhos de embalagens cartonadas que chegam hoje às gráficas são muito diferentes dos produzidos há cinco anos. As marcas ampliam continuamente seus portfólios de SKUs, impulsionando o crescimento de edições limitadas, versões regionais, embalagens
promocionais e adaptações motivadas por exigências regulatórias. No setor farmacêutico, cresce a demanda por serialização e rastreabilidade, enquanto fabricantes de alimentos e bebidas investem em personalização e lançamentos sazonais com prazos cada vez menores.

Mais do que uma tendência, esse movimento reflete uma transformação estrutural da indústria. As tiragens médias diminuíram, enquanto o número de trabalhos aumentou. Em um mercado sensível a custos, cada troca de chapa, cada hora de preparação da máquina e cada folha desperdiçada na impressão offset impactam diretamente a rentabilidade.

Nesse cenário, a impressão digital modifica essa lógica ao eliminar etapas como a produção de chapas e reduzir significativamente o tempo de setup. Além disso, permite imprimir apenas a quantidade necessária, quando necessário, evitando pedidos mínimos elevados, estoques excessivos e perdas decorrentes de mudanças de especificação, rebranding ou descontinuação de produtos.

Qualidade, automação e flexibilidade impulsionam a impressão digital
Os avanços da impressão digital também ampliaram sua competitividade em relação aos processos convencionais. Equipamentos de última geração já oferecem alta resolução, ampla gama de cores e compatibilidade com diferentes tipos de substratos, atendendo aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado.

Nesse cenário, soluções como a SpeedSet Orca ilustram essa evolução. Com velocidade de até 11 mil folhas B1 por hora e capacidade para imprimir em diferentes gramaturas e materiais, o equipamento demonstra como a impressão digital passou a atender não apenas pequenas tiragens, mas também ambientes de produção industrial com demandas variadas.

Outro fator que impulsiona essa transformação é a automação dos fluxos de trabalho. A integração entre equipamentos e softwares de gestão reduz etapas manuais, agiliza a preparação dos trabalhos e contribui para ganhos de produtividade. Recursos que organizam automaticamente a sequência de impressão e expedição também ajudam a reduzir erros e aumentar a eficiência operacional.

Mais do que substituir a impressão offset, a tecnologia digital amplia as possibilidades dos convertedores. Em um mercado que exige cada vez mais flexibilidade, personalização e prazos curtos, a combinação entre diferentes processos de impressão tende a se consolidar como uma estratégia para atender às novas demandas da indústria de embalagens.

(Fonte: AGFA, 6 de Julho de 2026)

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