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Notícias do dia 29.06.2009

 

Alumínio: fôlego novo para o setor

A indústria de alumínio responde, atualmente, por cerca de 8,5% das embalagens produzidas no país – um faturamento estimado em mais de R$ 3 bilhões, a participação do alumínio vem se mantendo estável nos últimos anos. No entanto, em 2008, as latas contaram com um crescimento de 7,8% no volume de produção em relação ao ano anterior, bem acima do desempenho do setor, que sofreu um recuo de 0,6%. Hoje, as latas de alumínio respondem por 40% das embalagens metálicas brasileiras.

O diretor comercial e de marketing para América do Sul da Novelis , Mauro Moreno, confirma essa movimentação do mercado. Ele explica que o impacto da crise internacional foi profundo a partir de outubro.

Esse choque, porém, não se traduziu em queda de vendas em alguns tipos de embalagem. "As latas de alumínio continuaram no mesmo ritmo de antes da crise", garante. Além da elevação do poder aquisitivo da população nos últimos anos, Moreno indica que o enrijecimento da fiscalização de direção alcoolizada decorrente da "lei seca" também teve repercussão positiva nas vendas de bebidas em latas. "As pessoas diminuíram as idas ao bar".

A Novelis trabalha com uma estimativa de crescimento superior a 5% para este ano. No primeiro trimestre, a empresa conseguiu manter esse patamar. Moreno explica que o nicho sofreu com a descapitalização das empresas da cadeia. Para suprir a falta de recursos, a solução encontrada foi queimar estoques. E isso ocorreu em todos os pontos: varejo, indústria alimentícia e de embalagens, conversores de material acabado e insumos. "Qualquer recuperação monetária dessas empresas representará um crescimento bastante acentuado de pedidos, pois todos estão sem estoques. O mesmo fenômeno ocorreu com a indústria automobilística", ressalta.

A Alcan também vem desenvolvendo novas aplicações na área de embalagem. O principal foco tem sido o crescente mercado da conveniência. "A vida agitada e a falta de tempo para o preparo de alimentos exigem produtos em embalagens com porções individuais e de fácil abertura", explica a gerente técnica e de inovações da Alcan, Olinda dos Santos Fernandes.

Os itens ready to drink e read to eat fazem sucesso nos países desenvolvidos, mas ainda não deslancharam no mercado nacional. Já existem, porém, exemplos de boa aceitação, como sachês de shakes , sucos prontos e pouches , principalmente em atomatados. O stand-up pouch vem ganhando muito espaço nas gôndolas dos supermercados. "A indústria de atomatados fez o investimento e está aproveitando a demanda", informa Olinda. Os pouches esterilizáveis, por sua vez, permitem o processamento do alimento dentro da embalagem por autoclave em seu interior. Comuns nos Estados Unidos, Europa e Ásia, estendem a vida do produto e não exigem refrigeração. O sistema é utilizado, no Brasil, nas linhas instantâneas, como atum para pizzaria, molhos e carne processada para exportação. As Forças Armadas também utilizam esse conceito em seus mantimentos, pois se mostra perfeito para missões mais longas: não pesa na mochila e tem validade maior.

(Fonte: Revista Alumínio, n°. 19, maio / junho de 2009)

 

A ascensão do mercado de alimentos prontos para consumo

Em 24 de junho, o Café da Manhã da ABRE, patrocinado pelas empresas Braskem, Henkel e Fispal Tecnologia, contou com a presença de Auro Ninelli , presidente da Fugini Alimentos para falar sobre o mercado de alimentos prontos para consumo. Na última década, de acordo com dados da Abia – Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação, a produção cresceu aproximadamente 700%.

Entre os principais fatores que contribuíram para este crescimento estão o avanço da mulher no mercado de trabalho, que nos últimos trinta anos saltou de 23% para 43%, e uma rotina cada vez mais atribulada num mundo globalizado em que a administração do tempo faz a diferença, os consumidores já começam a encontrar produtos sob medida para este novo estilo de vida.

Solidificada no final do ano de 2002, quando deixou de ser simplesmente prestadora de serviços e passou a vender seus próprios produtos, a Fugini é atualmente um importante participante do mercado brasileiro, atuando de Norte a Sul, com exportação para vários países, já estima um faturamento de R$ 200 milhões, valor acima do previsto para o ano. Investindo nas inovações em embalagens, a Fugini oferece uma ampla linha de produtos e tem como principal consumidor as classes C, D e E.

Atualmente, a Fugini está entre os cinco líderes de mercado no segmento de atomatados, segundo pesquisas da Nielsen e da LatinPanel. A empresa lidera o segmento de atomatados em embalagens sache ( stand-up pouch ). Além dos atomatados, oferece ampla linha de doces e pratos prontos.

Segundo Auro Ninelli, o consumidor que adquire alimentos prontos para consumo, além do produto, compra tempo. A categoria de pratos prontos oferece certo grau de conveniência, ou seja, requer pouca ou nenhuma preparação e exige menos tempo dos consumidores em seu preparo.

Durante a palestra, Ninelli convocou os fabricantes de embalagens a investirem em tecnologias e inovações para oferecerem um maior portfólio de embalagens para o setor alimentício. A Fugini, apostando numa quebra de paradigma, lançou pratos prontos sem a necessidade de refrigeração conhecidos como Shelf Stable, acondicionando massas, risotos, sopas e feijoada em bandejas plásticas de alta barreira, capazes de suportar aquecimento no forno de microondas. As bandejas adotadas simbolizam um novo passo do mercado nacional de avançadas embalagens esterilizáveis e de longa vida (sterilized shelf stable) para alimentos, mas sua oferta é limitada no Brasil. Dos principais nomes do país em embalagens plásticas rígidas, somente a Dixie Toga alega aptidão para sua produção. Porém, não é ela, a fonte das bandejas da Fugini que importa este tipo de embalagem. Segundo Auro, esta categoria de prato pronto apresenta algumas vantagens como a barreira tecnológica (concorrendo diretamente com o mercado informal); a criação de novos mercados (consumidores); o a pelo de modernidade; a inclusão de pequenos pontos-de-venda sem ponto frio; a portabilidade; a praticidade no uso e armazenagem no lar; a conveniência e a segurança alimentar.

Porém, a inserção do produto no mercado nacional enfrenta algumas barreiras como o desenvolvimento lento da categoria; a falta de conhecimento do consumidor (duvidarem da qualidade de um produto que não possui conservantes e não necessita de refrigeração); as tecnologias indisponíveis para embalagens e processos; os insumos adequados aos processos; a falta de apoio de fornecedores; a barreira do mercado a novas tendências de produtos e a introdução de novos produtos nas grandes redes.

Auro ainda apresentou alguns dados sobre o perfil dos consumidores voltados ao setor alimentício e pontuou os principais fatores para o consumo deste produto onde o consumidor procura: 1° – conveniência; 2° – praticidade e rapidez; 3° – modernidade.

As vendas de pratos prontos cresceram 13% em valor e 10% em volume em 2008 (mundo), no Brasil estima-se um crescimento de 18%. Dos pratos prontos lançados no mundo em 2008, 46% era shelf stable e 42% refrigerados. A América Latina representa apenas 3% dos lançamentos nesse período.

A demanda de embalagens inovadoras está em constante crescimento e Auro afirma que há poucas alternativas de embalagens disponíveis no mercado, todos os segmentos do setor de embalagens (latas, vidros, plásticos e cartonados) têm seu espaço. Sem a valiosa contribuição dos fornecedores, os desenvolvimentos não se realizam. “Ainda temos falta de embalagem standard e laboratórios de testes de performance”, finaliza Auro.

(Fonte: Centro de Informações ABRE, 24 de junho de 2009)

 

HP desenvolve produtos já pensando no meio ambiente

É verdade que ninguém pode mudar o mundo sozinho, mas se cada um fizer a sua parte, as coisas podem melhorar muito. Seguindo uma linha de raciocínio parecida com esta, a HP, empresa fornecedora de tecnologias, está buscando contribuir com a preservação do meio ambiente e, de quebra, oferecer serviços mais completos para os seus clientes e reduzir custos.

A empresa aposta no Programa de Design Environment , que tem como meta reduzir a energia necessária para percorrer toda a cadeia de suprimentos, diminuir a quantidade de materiais usados nos produtos e desenvolver materiais que tenham menor impacto ambiental, criar equipamentos fáceis de atualizar e reciclar. “As prioridades do programa são a responsabilidade social e ambiental na cadeia de suprimentos”, resume Cássio Lopes, gerente de Logística para Manufaturas e Sustentabilidade Ambiental Responsável da HP.

Ele conta que a empresa visa conceber os produtos tendo em mente o que pode ser utilizado de matéria-prima reciclada e capacitar os parceiros para efetivá-la. “A reciclagem de papel usado nos testes de impressoras e nos escritórios, transformados em materiais que serão usados nas embalagens de novos produtos, seja em calços de polpa ou em miolo de caixas de papelão, são exemplos disso”, explica, acrescentando que a prática proporciona o retorno de materiais para a cadeia produtiva, redução de custos, além da preservação ambiental.

Até mesmo a customização que otimiza os espaços internos das embalagens acaba trazendo benefícios para a empresa e o meio ambiente.

De acordo com Lopes, com produtos planejados desde a criação, é possível otimizar a logística de tal forma que se torne mais eficiente a movimentação e armazenagem dos mesmos desde as fábricas, em qualquer parte do mundo, até as prateleiras dos distribuidores da HP. “É possível conceber os produtos, também, com a visão de otimização de inspeções de defeituosos nos distribuidores, de tal forma que se torne mais eficiente o retorno e a disposição final”, garante.

(Fonte: Portal LogWeb, 15 de junho de 2009)

 

Funcionais e atrativos

O consumidor atual, até mesmo o de menor poder aquisitivo, busca associar suas compras a uma saúde melhor. Foi assim que explodiram a produção e consumo de diets e lights , e dos orgânicos também. Na mesma trilha, um nicho está crescendo de maneira excepcional: o de lácteos funcionais. As indústrias investem em lançamentos, e as vendas avançam a passos firmes.

“Lácteos funcionais são produtos derivados do leite, com a adição de bactérias que beneficiam o organismo. Essas bactérias fazem parte do nosso organismo, mas com o estresse e a correria do dia-a-dia as perdemos; os lácteos funcionais as repõem. Além de nutrir, esse alimento fortalece o sistema imunológico e ajuda no funcionamento do intestino”, explica a nutricionista Vanessa Mazochi.

Com o aumento da expectativa e da qualidade de vida da população, os alimentos têm servido também como fonte de prevenção das doenças.

Os primeiros a reconhecer os poderes dos alimentos funcionais foram os japoneses. Depois de muitos estudos, essa categoria foi regulamentada. Hoje, a linha de alimentos funcionais é ampla. O segmento de lácteos envolve iogurte, leite fermentado, sobremesas e todos os produtos do gênero.

Dentro do mercado de lácteos, os iogurtes funcionais vêm mostrando sua força. O produto já ultrapassou o light em faturamento.

Segundo a Nielsen, o mercado de iogurtes no Brasil movimentou R$ 2,65 bilhões no ano passado, e o mercado de iogurtes total cresceu 2,4%. “Algumas empresas estão investindo mais nestes produtos que em produtos lights”, conta a instrutora do Curso Gestão Nota 10 (G-10), Rachel dos Mares Guia. O iogurte tem ampla presença na mesa do consumidor. Está presente em 87,9% dos lares, segundo dados da LatinPanel 2008 . “E ainda há um grande potencial de consumo no Brasil, que ainda é considerado pequeno, comparado com o de países da Europa ou mesmo com o da vizinha Argentina, que consome três vezes mais que o Brasil”, conta o gerente de trade marketing da Danone, Marcelo Costa.

E se antes estes produtos eram para um público de classe alta, hoje eles já se popularizaram, as pessoas se preocupam cada vez mais com a saúde e o bem-estar.

(Fonte: Gôndola, nº 165, junho de 2009)

 

O setor de celulose e papel no Brasil

A força do setor de celulose e papel, a alta produtividade aliada à qualidade e o elevado nível técnico das indústrias se traduzem em números invejáveis – no ano passado o setor foi responsável por U$ 4 bilhões, o que equivale a 16% do superávit da balança comercial brasileira.

No Brasil, este setor compreende 220 companhias distribuídas em 17 Estados. Em 2008, foram produzidos 12,85 milhões de toneladas de celulose e 9,18 milhões de toneladas de papel, o que significou um crescimento de 7,1% e 1,9%, respectivamente, nestes volumes.

Atualmente, o Brasil é o 4º maior produtor mundial de celulose e o 11º produtor mundial de papel, com investimentos de US$ 14,4 bilhões previstos até 2012, em expansão e desenvolvimento dos processos das plantas industriais.

Sendo assim, o avanço tecnológico será fator-chave ao sucesso desses projetos setoriais.

Anualmente, a ABTCP – Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel organiza o seu principal evento internacional em parceria com associações congêneres mundiais do setor de celulose e papel, baseada em sua missão de promover o desenvolvimento tecnológico da cadeia produtiva do setor e intercâmbio de conhecimento entre os profissionais desta indústria.

Este ano, a 42ª versão, o ABTCP-PI 2009 (42º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel) será realizado pela ABTCP em parceria com sua congênere da Finlândia, PI - Paper Engineers' Association.

O evento será realizado de 26 a 29 de outubro, no pavilhão Transamerica Expo Center – São Paulo e reunirá profissionais da indústria mundial de celulose e papel, incluindo fabricantes e fornecedores, para a apresentação de tecnologias e troca de informações relacionadas às áreas de produção de celulose, produção de papel, recuperação e utilidades, meio ambiente, mercado, engenharia e manutenção, automação e controle de processo. Serão cerca de 200 empresas expositoras e 15 mil visitas na exposição e no congresso.

Estes números posicionam o Congresso Internacional de Celulose e Papel da ABTCP em lugar de destaque nesse cenário da indústria de celulose e papel.

O evento representará uma oportunidade de lançamento das tendências tecnológicas e descobertas científicas ao mercado internacional, com público Alvo de CEO's, diretores, gerentes e técnicos nacionais e estrangeiros com qualificação e poder de decisão.

(Fonte: ABCTP, 24 de junho de 2009)

 

INTERNACIONAL

El paté de hígado se divide en dos

La sueca Pastejköket ha lanzado recientemente una variante más pequeña de su paté de hígado en una solución suministrada por Superfos. El resultado es un envase que se mantiene más fresco en el frigorífico.

“Un gran comienzo”. Este es el enunciado del envase del nuevo paté de hígado de Pastejköket, que ahora también está siendo despachado en los supermercados suecos en una nueva variante de 2 envases de 75g. cada uno.

Ha sido sin duda un gran comienzo para la nueva solución de envasado de Pastejköket, desarrollada en cooperación con Superfos, empresa líder en la fabricación de envases, para satisfacer las crecientes exigencias de durabilidad de los consumidores suecos.

“Hoy, muchos consumidores quieren variedad en sus sandwiches y bocadillos. Quieren queso, jamón, paté, etc. Esto supone que el envase estándar de 200 g se ha quedado demasiado grande y que muchas personas tiran restos. Ello supone un gran desperdicio, y es la razón de que ahora hayamos introducido nuestro paté de hígado en un envase doble de 75g. en cada uno”, explica Jesper Engberg de Pastejköket, una de las marcas favoritas de los consumidores suecos de paté.

Según Jesper Engberg, otra de las razones de introducir un envase doble es incremento de los hogares unipersonales en Suecia. Esta nueva variante está orientada a satisfacer las necesidades de este grupo objetivo.

La nueva solución de envasado para el paté de hígado de Superfos es el galardonado SuperSeal, en un ‘pack' a la medida de los requisitos de Pastejköket. Introduce una funcionalidad snap-on mejorada en la tapa de polipropileno así como las soluciones abrefácil y de apertura y cierre repetidos peel-off y re-close.

“Aunque nunca hemos recibido ninguna queja sobre la funcionalidad de la solución de apertura y cierre repetidos en nuestro envase anterior, queríamos estar a la altura de las más altas expectativas de nuestros clientes. Los consumidores de paté de hígado pueden abrir el envase una y otra vez, el cierre es tan hermético que cada vez estará más fresco”, explica Jesper Engberg.

La combinación de tapa y cierre hermético en polipropileno de SuperSeal garantiza una apertura y un cierre fácil y seguro. Estas soluciones pueden traducirse en índices de transmisión de oxígeno inferiores a 0.004 y en una conservabilidad equivalente a los de los tradicionales envases de barrera. Para Pastejköket esta era la razón principal de su colaboración con Superfos. Una colaboración que ha funcionado realmente bien. Jesper Engberg afirma:

“La cooperación ha sido muy satisfactoria, Superfos ha participado activamente y ha prestado una valiosa ayuda, incluso cuando tuvimos pequeños problemas en la producción”.

(Fonte: EnvaPack.com, 16 de junho de 2009)

 

Convênio ABRE/SEBRAE

Neoflex Design / Ideally

A Ideally surgiu através da ousadia de dois fazendeiros de Anápolis que resolveram montar uma empresa para embalagens a vácuo de pratos caseiros pré-cozidos e produtos hortifrutis congelados, inovando ao investir nos produtos cultivados em sua fazenda, visando vender no atacado para supermercadistas.

Com produtos de excelente qualidade e ótima aceitação como: (Vaca Atolada, Massa de Mandioca, Inhame, Abóbora, Mandioca, Mix de Legumes e Batata Doce) e o seu negócio montado e estruturado, eles precisavam de uma embalagem para sua ampla linha de pratos .

A Ideally contatou a Neoflex Design – agência localizada em Goiânia,  que fez o atendimento e identificou a necessidade da criação de uma identidade visual para a nova empresa e embalagens para os produtos que tivessem durabilidade, qualidade e resistência a temperaturas abaixo de - 18º C, destaque dos produtos no ponto de venda e ao mesmo tempo dessem visibilidade para as informações necessárias para o consumidor.

Inicialmente, eles colocaram no mercado a mandioca e a abóbora e em julho os demais produtos da linha começam a chegar às prateleiras dos supermercados.


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