Tecnologia revoluciona processo de rotulagem no Brasil

Tecnologia revoluciona processo de rotulagem no BrasilObter informações pertinentes à procedência e fabricação dos alimentos é uma exigência do consumidor moderno e por isso a rotulagem dos produtos tem sido alvo constante de grandes investimentos em tecnologia no mundo todo.

Entre os principais objetivos das inovações está o de garantir que as informações do produto e fabricante cheguem aos clientes finais com qualidade e que não sejam apagadas da embalagem durante o transporte ou a estocagem.

Uma das tendências que chegaram recentemente ao Brasil e vem ganhando cada vez mais espaço na área da rotulagem é a tecnologia termofusível. Utilizada na tinta de impressoras para embalagens secundárias, ela proporciona uma durabilidade 15 vezes maior nas impressões comparadas às comuns.

“As tintas termofusíveis suportam condições ambientais que variam de 0°C a 40°C. São utilizadas em fábricas por todo o mundo, como vinícolas, cerveja, indústrias de produtos químicos e alimentícios em geral”, conta Ramon Grasselli, Gerente Comercial da Soma Sul.

A distribuidora de soluções industriais, com sede em Chapecó (SC) e filiais em São Leopoldo (RS), Curitiba, Toledo e Maringá (PR), comercializa no sul do país impressoras para embalagens da fabricante multinacional Markem-Imaje, que são compatíveis com a tecnologia termofusível. “Esta tecnologia é aplicável em impressoras a jato de tinta de alta resolução da Markem-Imaje, modelo 5800”, explica o gerente.

Segundo Ramon, no Brasil alguns segmentos já utilizam esta novidade, incluindo principalmente os alimentícios como leite, carne, iogurtes, guloseimas, indústria de bebidas em geral, extrusão e metal-mecânica.

Para ele, a rastreabilidade é também cada vez mais necessária no cenário da indústria 4.0, que propicia a automação do início ao final da fabricação, incluindo principalmente a paletização automática por robôs.

“Assim como as impressoras, existem as decodificadoras que garantem a leitura automática e online de dados das embalagens. A solução completa já está no Brasil”, conclui.

(Fonte: Assessoria de Imprensa Soma Sul, 19 de setembro de 2018)