Brasil deve assumir vice-liderança no setor de confectionery até 2016

O Brasil deve assumir a vice-liderança entre os dez maiores mercados de chocolates, balas e amendoim do mundo até 2016. É o que aponta uma projeção da consultoria internacional Euromonitor, que revela que enquanto o Brasil registra uma taxa de crescimento de 3,6% ao ano, a média mundial é de apenas 2%. Atualmente o país ocupa a terceira posição no ranking, atrás somente dos Estados Unidos e Reino Unido.

Brasil deve assumir vice-liderança no setor de confectionery até 2016

Em 2011, a indústria brasileira do setor teve um faturamento real de US$ 12,6 bilhões, o que garantiu pouco mais de 50% do faturamento em toda a América Latina, que foi de U$ 24,9 bilhões. O volume produzido no país em 2011 indicou uma alta de 6% em relação ao ano anterior, segundo a ABICAB – Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados.

Getúlio Ursulino Netto, presidente da entidade, explica que além dos investimentos das indústrias brasileiras na última década – a compra global da Cadbury pela Kraft Foods e a inauguração da planta brasileira de chocolate gourmet do grupo Barry Callebaut – o crescimento se deve ao ganho de poder aquisitivo da população de baixa renda, que vem revigorando o mercado continuamente nos últimos seis anos.

Brasil deve assumir vice-liderança no setor de confectionery até 2016

(Fonte: ABICAB, 27 de julho de 2012)