Dados estatísticos

 

Pesquisa sobre Exportação de Embalagens e Afins 2005

Dados

Universo: (216 Pessoas Jurídicas e 40 pessoas Físicas)

Amostra:

31 Associados (Pessoas Jurídicas)

Público-Alvo:

Empresas fabricantes de embalagens, fornecedoras de matéria-prima e/ou insumos, fabricantes de acessórios e equipamentos para embalagem, entre outras associadas à ABRE .

Objetivo:

Mapear os produtos (embalagens e afins), o volume e a capacidade de exportação das empresas associadas a ABRE, levantando características específicas desta atividade para identificar as possibilidades e ações a serem articuladas pela contínua promoção e incremento da exportação brasileira de embalagens.

  

     Apresentação dos Resultados da Pesquisa     
   

 

* Outros: distribuidores de matérias-primas, fabricantes de contentores flexíveis, fabricantes de embalagens industriais (bombonas e outras) e agências de design de embalagem.

 

 

 

   

 

 

 

 

*Vide mais detalhes em considerações.

 

*Vide mais detalhes em considerações.

 

* Outros: Instabilidade Cambial, Alto preço das matérias-primas, Sobretaxas em alguns países.

 

*Continuar promovendo os associados em feiras nacionais e internacionais e associações empresariais de classe

 

 

Considerações

  • Das trinta e uma (31) empresas que responderam à pesquisa, 75% já exportam seus produtos. Dentre as 15% que não o fazem, 09% gostaria de praticar a atividade.
  • Entre as empresas que não exportam, mas desejam fazê-lo, as maiores dificuldades levantas na pesquisa para iniciar a atividade são fatores como: burocracia alfandegária, custos de frete internacional , dificuldade de acesso ao financiamento de exportações, dificuldade de conformidades aos padrões exigidos no exterior, a própria instabilidade cambial, dificuldades logísticas (prazos de entrega)
  • A exportação de embalagens e afins acontece em maior volume para os países do Mercosul, Comunidade Andina, América do Norte e América Central respectivamente. Outros países como da Europa, África, Oriente e Oceania também são contemplados, porém em menor volume.
  • 5% das Exportações acontecem de forma direta, ou seja, as embalagens ou insumos e afins são comprados vazios pelos importadores para que estes envasem seus produtos. 41% das exportações acontecem de ambas as formas, direta e indireta (quando um produto brasileiro é importado do Brasil já envasado em embalagem nacional).
 

Produtos exportados pelas empresas

  • Matérias-primas: Papel, Papel cartão e celulose , Sacos lisos de nylon transparente com alta barreira, Filmes lisos transparentes para fundo e tampa, Laminados com substratos como papel, filmes BOPP/PET/PE e Alumínio, Bobinas técnicas para envoltórios e Bobinas de papel Kraftliner .
  • Insumos: adesivos industriais, cartuchos e rótulos.
  • Acessórios: tampas corta gotas, tampas para potes e copos, para óleos comestíveis e lubrificantes, para defensivos agrícolas e bebidas, tampas plásticas para bebidas e farmacêuticos e rolhas Metálicas.
  • Embalagens: embalagens para remédios, embalagens Flow-pack , embalagens flexíveis, embalagens em compensado naval, embalagens plásticas para a indústria de agroquímicos, veterinários e para envase de alimentos e água, embalagens de papelão ondulado e embalagens metálicas decorativas.
  • Embalagens para transporte: ExPak para consolidação de mercadorias e transporte e contentores flexíveis.
  • Máquinas: seladora de tampas por indução e peças .
  • Serviços: design (projetos de design de embalagem e afins)
 

Barreiras às exportações

  • 79% das empresas consideram as Barreiras Tarifárias um fator que dificulta as Exportações. Dentre os países e regiões mais citados estão: América do Norte (EUA, Canadá e México), Europa (Alemanha, Inglaterra, Itália e França), Comunidade Andina (Colômbia, Venezuela), Oriente Médio (Irã, Iraque), Outros países também citados foram Sudão e Cuba.
  • 41% dos entrevistados consideram também as Barreiras Não Tarifárias um fator que dificulta as Exportações, porém menos do que as barreiras tarifárias. Os países que apresentam estas dificuldades são: Europa (França), América do Norte, Cuba, Irã, Iraque, Sudão e Reino Unido.
  • Segundo o resultado desta pesquisa, os principais problemas encontrados pelas empresas brasileiras exportadoras são, respectivamente, o custo do frete internacional, os custos portuários, a burocracia alfandegária, os canais de comercialização, entre outros. Demais questões são abordadas, porém com menor peso, com ressalva à instabilidade cambial (conforme apresentado no Gráfico 11).
 

Volume das Exportações Brasileiras de Embalagens e afins

  • Conforme a pesquisa, o volume das exportações em relação ao volume total de vendas das empresas se apresenta da seguinte forma: 26% das empresas entre 11% e 50%, 44% entre 05% e 10% e 30% abaixo de 05% (vide detalhadamente no gráfico 06).
  • O percentual exportado pelas empresas, nos últimos 03 anos, apresenta-se da seguinte forma: 12% entre 100% ou mais, 8% entre 71% a 100%, 8% entre 31 e 50%, 27% entre 11% e 30% e 30% entre 01% e 10%.
  • Para os próximos três anos 42% das empresas apresentaram uma expectativa de crescimento de 11% a 30% no volume de suas exportações, 15% esperam crescer de 31% a 50% e de 06% a 10%, 04% esperam crescer acima de 100% e apenas 12% não têm expectativa de crescimento.
  • 39% das empresas consultam esporadicamente o site do Comitê de Exportação da ABRE para informações sobre exportação de embalagens e afins, utilizando-o como uma ferramenta de trabalho.
 

Recomendações

Conforme levantamento realizado na pesquisa (vide gráfico 12), para continuar contribuindo para o desenvolvimento das exportações brasileiras, o Comitê poderá articular algumas ações consideradas importantes, dentre elas as principais elencadas foram:

  • Organizar eventos que apresentem mercados em potencial;
  • Disponibilizar notícias sobre o Comércio Internacional de Embalagens;
  • Estreitar relacionamento com as câmaras de comércio.

 

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